life was passing me by
oh, i’m back.
feliz por que, além de ser pauta de sonhos, finalmente me livro de uma doença terrível, cuja pior mácula é o ócio destrutivo - que me manteve deitado, imóvel, alienado por 12 dias.
não, não era nada venéreo. muito menos causado pelo whisky.
anyway. fiz uma música legal. caso você tenha alguma disposição para ler e comentar, comente com sua opinião.
=]
Advice.
Its been a long time that I’m wandering
I wonder if I’ll get to be someone sometime.
Can’t see myself on the mirror frame no longer
And now I drink to fight this bitter person I’ve became.
I should have listened to yours, and should have pondered mine.
It’s been a long cold lonely time.
I’ve tried to hide my eyes from you
Just like a humble Dying, with all that things you do.
I’ve tried to hide myself from pain.
Just like an armor, darling, from all the things you said.
I never really loved you
I never really loved you
I never really loved you.
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as vezes eu queria
top 5 - às vezes eu queria…
5 - …ter nascido morto.
4 - …estar lá onde ela tá.
3 - …ter 15 anos denovo.
2 - …fazer tudo diferente.
1 - …que ninguém me conhecesse.
Ouvindo Nick Drake.
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white shoes
Se quiser ser ouvido pelo superior,
dê ouvidos ao subordinado.
talvez a melhor forma de aumentar os lucros não seja colocando uma célula pra competir com outra.
Talvez devessem ambas competir contra si mesmas.
Descobrindo e exercitando os valores e qualidades de cada um é que se cria um ambiente agradável de trabalho, onde dá-se o melhor de si, veste-se a camisa.
De que vale o lucro quando é produto do stress resultante da competição, onde puxa-se o tapete do outro pra que ele não puxe o seu?
Trace metas, e num esforço conjunto - mesmo que doloroso - as cumpra.
Trabalhe pela empresa, não pelo indivíduo. Dessa forma, em pouco tempo, será difícil distinguir onde acaba o funcionário e onde começa a função. E tudo existirá como uma máquina, em que todas as engrenagens são importantes - ao invés de, competindo entre si, sobrecarregarem-se num esforço cego no qual é importante volume e não qualidade.
Lembre-se - volume de trabalho consegue-se em qualquer lugar. Já diferenciação, decorrente da qualidade superior, consegue-se em poucos.
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amongst those girls…
…I prefer you.
despite feeling childish.
onde caralhos tá você?
supostamente deviamos nos ver sempre.
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basculante
cinza e basculante flutuava a vida atrás do muro.
mergulho o rosto no café com adoçante e água
e desperdiço mais um dia de luz clara e céu azul.
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marquinha de aliança
do meu amor sobrou só uma marquinha de aliança
que em duas ou três semanas, sob o céu da minha cidade, logo não sobrará mais.
oh lord, me faça entender.
(By the way, onde tá vc, que tá na minha cabeça todo dia?)
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short skirt/long jacket
whisky é melhor que você.
whisky é melhor que você.
whisky é melhor que você.
already looking for you: talented, charming, smart and young people.
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finding myself
Hoje advogo a seguinte opinião:
a linguagem IMPEDE que exista uma maneira de encontrar/conhecer (e efetivamente ser) a si mesmo.
Por mais que tentemos, a condição de Ser Social nos faz resultado de atitudes visíveis à interpretação do todo, e dependentes de padrões previamente estabelecidos. O “si mesmo” conclusivamente perde o caráter intrínseco, já que é subproduto de incontáveis repertórios alheios ao Ser, e torna-se portanto uma máscara.
Descaracteriza-se o Ser e, em contrapartida, os signos - pré-definidos (e inclusive dia-a-dia implementados) - são enaltecidos.
A verdadeira essência, livre de relação e interpretação, que caracteriza um ser e outro (de uma maneira que não permite comparação - portanto apenas em relação a si mesmo), é aquela que, por fatores morais, éticos, sociais, penais, entre outros, não vem à tona quando em condição de alienar, construir ou modificar máscaras.
Distante dessas condições, apesar de diversos fatores decorrentes da convivência prolongada sob as efígies da moral, da ética e do mercado, é possível encontrar a si mesmo: livre da interpretação alheia, do referencial social, do preconceito, do estereótipo, da religião, do signo; somente quando separado do outro, sem relacionar-se com a máscara que poderia ostentar (infinitamente facetada e dinâmica, resultante do panóptico ambiente contemporâneo), descartando-se a preocupação de tempo e espaço.
Apesar de tudo, sei que muito disso já foi dito. Mas é o que eu acredito, nesse momento.
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rumo ao incerto
sim, eu vou aos jogos universitários de comunicação e arte.
sim, eu sei que isso é mto, mto, mto tosco.
anyway.
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